segunda-feira, 23 de junho de 2008

Os bastidores políticos do comando do futebol brasileiro





Ricardo Teixeira, o maior cartola do futebol brasileiro, é um homem visado.

Dele, já se falou de tudo. Já se disse que teria amealhado um patrimônio pessoal considerável e que, entre outras peripécias, teria desviado para o próprio bolso dinheiro da entidade que preside há uma década, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a mais alta entidade do futebol nacional.

Também já se especulou que Ricardo Teixeira usaria suas empresas no Brasil para lavar dinheiro ilícito vindo de paraísos fiscais. Até agora, tudo isso tinha ficado no território da suspeita – ou, pior, da acusação sem provas



Prólogo de matéria da revista Veja, assinada por Alexandre Oltamari, em dezembro de 2001, sobre documentos que comprovavam as atitudes ilícitas de Ricardo Teixeira, eterno presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

O serviço quem presta é o atento Juca Kfouri, em seu blog, onde você pode ler o resto do texto.


Em tempo: Juca que, por sinal, foi homenageado por Antônio Tabet, do Kibeloco.

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