A internet não é uma terra sem lei


Ontem um incidente envolvendo o Twitter me fez refletir sobre o impacto que as redes sociais podem ter na vida das pessoas, assim como os riscos que corremos ao disponibilizar informações pessoais nelas.
Para resumir o incidente, o que aconteceu foi que uma amiga minha twitou sobre seu trabalho de conclusão de curso da PUC, denominado PIC – Projeto Integrado de Comunicação, que foi confundido com o PIC, um produto do banco (Itaú).
Nesse momento um outro Twitteiro pegou essa informação e usou como exemplo do que não Twittar num e-mail, que foi enviado internamente dentro de sua agência. Esse e-mail interno vazou e chegou ao conhecimento da diretoria da agencia onde essa minha amiga trabalha, agência essa que atende o citado Itaú.
Pois bem, já podemos imaginar o tamanho da confusão que isso pode causar, e todas as implicações que isso tem sobre a imagem profissional dessa minha amiga.
Para resumir o incidente, o que aconteceu foi que uma amiga minha twitou sobre seu trabalho de conclusão de curso da PUC, denominado PIC – Projeto Integrado de Comunicação, que foi confundido com o PIC, um produto do banco (Itaú).
Nesse momento um outro Twitteiro pegou essa informação e usou como exemplo do que não Twittar num e-mail, que foi enviado internamente dentro de sua agência. Esse e-mail interno vazou e chegou ao conhecimento da diretoria da agencia onde essa minha amiga trabalha, agência essa que atende o citado Itaú.
Pois bem, já podemos imaginar o tamanho da confusão que isso pode causar, e todas as implicações que isso tem sobre a imagem profissional dessa minha amiga.

Ricardo Aum, filosofando sobre a responsabilidade que devemos ter sobre nossos atos virtuais.





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